O modelo de dados RDF e o seu papel na descrição de recursos

RDF

O número 2 do volume 23 da revista Informação & Sociedade: Estudos traz o artigo O modelo de dados Resource Description Framework (RDF) e o seu papel na descrição de recursos, de Jaider Andrade Ferreira e Plácida Leopoldina Ventura Amorim da Costa Santos.

Considerando o modelo de dados Resource Description Framework – RDF como um modo de representação e de descrição de recursos que visa à interoperabilidade e o acesso à informação em ambientes digitais, objetiva-se apresentar tal modelo, sua origem e suas principais características. Tratando-se de uma pesquisa teórica e exploratória com finalidade descritiva, foi utilizada a revisão de literatura como meio de investigação bibliográfica. Pôde-se perceber a importância do RDF para a descrição de quaisquer recursos, sejam eles digitais ou não, bibliográficos ou não. O RDF oferece para as comunidades de descrição de recursos a possibilidade de definirem a semântica de seus metadados de maneira formal, ou seja, de determinarem o significado dos elementos de metadados conforme as suas necessidades específicas de descrição e de modo processável por máquinas. Utilizando-se da Extensible Markup Language – XML como sintaxe para o intercâmbio e o processamento de metadados, o RDF colabora positivamente para a interoperabilidade entre os vários sistemas de informação e de descrição existentes, contribuindo, desse modo, para a construção de mecanismos de busca mais integrados que permitirão a oferta de serviços mais especializados aos seus usuários.

O artigo completo está disponível em www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/15436.

A utilização do RDA na criação de registros de autoridade para pessoas, famílias e entidades coletivas

Resource Description and Access

O volume 18, número 37 da revista Encontros Bibli, publicado em agosto de 2013, trouxe o artigo “A utilização do Resource Description and Access (RDA) na criação de registros de autoridade para pessoas, famílias e entidades coletivas“, de autoria minha e da professora Plácida L. V. Amorim da Costa Santos.

Considerando o desenvolvimento do Resource Description and Access (RDA) e a importância do controle de autoridade para os catálogos, objetiva apresentar o RDA, seu surgimento e desenvolvimento, contextualizar a criação de registros de autoridade na catalogação descritiva e apresentar a utilização do RDA no registro dos atributos e relacionamentos das entidades pessoa, família e entidade coletiva. Apresenta o RDA, sua relação com os modelos conceituais FRBR e FRAD, as seções, capítulos, atributos e relacionamentos definidos para pessoas, famílias e entidades coletivas. Por fim destaca algumas diferenças entre o RDA e o AACR2r e apresenta considerações sobre a implantação do RDA.

O artigo, um dos resultados de meu estudo sobre a importância do controle de autoridade e sobre sua situação diante do modelo conceitual FRAD e do RDA, está disponível em: dx.doi.org/10.5007/1518-2924.2013v18n37p203.

MADS: uma alternativa à utilização do Formato MARC 21 para Dados de Autoridade

Metadata Authority Description Schema (MADS)

O número mais recente (v. 18, n. 1) da revista Informação & Informação, publicada pelo Departamento de Ciência da Informação da Universidade Estadual de Londrina (UEL), trouxe entre seus artigos o trabalho Metadata Authority Description Schema (MADS): uma alternativa à utilização do formato MARC 21 para dados de autoridade, de autoria minha e da Prof.ª Plácida Santos.

Introdução: O intercâmbio de registros de autoridade requer o estabelecimento e a adoção de padrões de metadados, tais como o Formato MARC 21 para Dados de Autoridade, formato utilizado por diversas agências catalogadoras, e o Metadata Authority Description Schema (MADS), padrão que permanece pouco explorado pela literatura e pouco difundido entre as agências.

Objetivo: Apresentar um estudo introdutório sobre o padrão MADS.

Metodologia: Pesquisa bibliográfica descritiva e exploratória.

Resultados: São abordados o contexto de criação do MADS, seus objetivos, sua estrutura e as principais questões relacionadas à conversão de registros em MARC 21 para registros MADS.

O artigo completo está disponível neste endereço. Seguem as figuras utilizadas do artigo em melhor qualidade.

Exemplo de registro MADS
Figura 1 – Exemplo de registro MADS. Fonte: adaptado de: <http://lccn.loc.gov/n79026451/mads>. Acesso em: 4 dez. 2011.
Exemplos da utilização dos elementos mads e madsCollection
Figura 2 – Exemplos da utilização dos elementos mads e madsCollection
Conversão de registros MARC 21 para registros MADS
Figura 3 – Conversão de registros MARC 21 para registros MADS
Opções na conversão do subcampo “q” do campo 100
Figura 4 – Opções na conversão do subcampo “q” do campo 100

FRBR: considerações sobre o modelo e sua implementabilidade

Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos (FRBR)

O volume 8, número 2 da Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação traz o artigo Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos (FRBR): considerações sobre o modelo e sua implementabilidade, de autoria de Renata Eleuterio da Silva e Plácida Leopoldina Ventura Amorim da Costa Santos.

As tecnologias de informação e comunicação (TIC) tornaram possível a adaptação dos catálogos bibliográficos ao ambiente digital, dando a eles muito mais rapidez, flexibilidade e eficiência na recuperação da informação. Os FRBR, sendo um modelo conceitual para o universo bibliográfico baseado na modelagem entidade-relacionamento, trouxeram à área da Biblioteconomia a possibilidade de tornar mais eficiente o funcionamento dos catálogos. O modelo FRBR foi a primeira iniciativa que se importou com a forma de realizar a modelagem conceitual de catálogos bibliográficos, de modo que não se gastassem mais esforços com o desenvolvimento individual de modelagens distintas e inconsistentes. Entretanto, mesmo muitos anos após sua publicação, poucas foram as reais iniciativas de implementação. Objetiva-se apresentar de forma sucinta o modelo FRBR, com base em suas principais características e estrutura, além de trazer à discussão algumas considerações e inconsistências que, de acordo com a literatura estudada, podem ser a justificativa para a falta de iniciativas de implementação do mesmo. Toma-se por base a literatura nacional e internacional sobre modelagem conceitual e sobre o modelo FRBR.

O artigo está disponível em: http://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/214.

Artigos: Interoperabilidade global e linked data em bibliotecas

Italian Journal of Library and Information Science

O volume 4, número 1, do Italian Journal of Library and Information Science, publicado em  janeiro de 2013, traz alguns dos trabalhos apresentados durante o seminário Global Interoperability and Linked Data in Libraries, realizado em 18 e 19 de junho de 2012 na University of Florence.

Os 27 artigos desse número estão divididos em três seções: Linked data como um novo paradigma da interconexão de dados, Publicação de vocabulários e padrões em linked data e Em direção à Web dos Dados: aplicações e experiências.

Alguns dos artigos são:

Os artigos, disponíveis em inglês e em italiano, podem ser acessados em Italian Journal of Library and Information Science, v. 4, n. 1, 2013.