Vamos conversar sobre o ensino de Catalogação?

Dia 20 de julho, segunda-feira, teremos duas apresentações online sobre o ensino de catalogação!

Às 15h, o Grupo de Trabalho em Catalogação (GT-CAT) realizará uma apresentação online sobre o ensino de Catalogação no Brasil, contando com a participação do prof. Marcos Hübner, da Universidade Federal de Rondônia (UNIR). O GT-CAT apresentará também os dados do mapeamento do ensino de catalogação no Brasil, realizado pelo Grupo com o apoio do professor. A apresentação será transmitida pelo canal da FEBAB no YouTube.

Às 20h, no Instagram da profa. Keyla de Faria, da Universidade Federal de Goiás (UFG), teremos uma live com sobre os Problemas da educação da Catalogação descritiva, com o prof. Filipe Reis.

Live no Instagram da profa. Keyla de Faria: https://www.instagram.com/prof.keyladefaria/

Atualização (25/07/2020)

Os dados do Mapeamento do ensino de catalogação no Brasil estão disponíveis no Repositório da FEBAB e em formato interativo. O vídeo sobre Problemas da educação da catalogação descritiva está disponível no canal da Profa Keyla de Faria, no YouTube:

Políticas de catalogação

Na próxima terça-feira, 30 de junho, às 15h, ocorrerá mais uma apresentação online promovida pelo Grupo de Trabalho em Catalogação (GT-CAT) da FEBAB. Essa apresentação terá como tema as políticas de catalogação e contará com a presença de Enderson Medeiros (UFG), Erica Cristina de Carvalho Mansur (UNICAMP) e Janaína Fialho (UFS).

A apresentação será transmita pelo (e ficará gravada no) canal da FEBAB no YouTube:

As apresentações estão disponíveis no Repositório da FEBAB:

Políticas de catalogação / Janaína Fialho

As diretrizes para a catalogação na UNICAMP / Erica Cristina de Carvalho Mansur

Procedimentos de representação descritiva do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Goiás / Enderson Medeiros

Catalogação em tempos de pandemia

Na tarde de hoje, 2 de junho de 2020, às 17h, ocorrerá a webinar “Catalogação em tempos de pandemia: a prática catalogadora sob a perspectiva de diferentes realidades”, promovida pelo Grupo de Trabalho em Catalogação da FEBAB.

Participarão da webinar: Denise Mancera Salgado (Tribunal de Contas do Município de São Paulo), Marcelly Chrisostimo (Mocinha da Biblio), Rafaela Araújo (Universidade Federal do Ceará) e Raquel Oliveira (Sistema Municipal de Bibliotecas de São Paulo).

A webinar será transmitida pelo (e ficará gravada no) canal da FEBAB no YouTube.

O que são e para que servem os Princípios Internacionais de Catalogação?

No próximo dia 25 de maio, às 15h, acontecerá a palestra online “O que são e para que servem os Princípios Internacionais de Catalogação?“, apresentada pela bibliotecária Gerlaine Braga. A palestra é uma ação promovida pelo Grupo de Trabalho em Catalogação da FEBAB e será transmitida pelo (e ficará gravada no) canal da FEBAB no YouTube.

Gerlaine mantém a página @catalogacao no Instagram, em que compartilha dicas e conteúdos relacionados à catalogação. Vale a pela seguir!

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Prazer, me chamo Gerlaine! . – Minha história com a catalogação começa quando fui estagiária no processamento técnico da Divisão de Bibliotecas (DBD) da PUC-Rio 🙂 Lá pude conhecer bibliotecários incríveis que tinham prazer em trabalhar somente com catalogação e classificação, como o @cristovaorio por exemplo. Estava ainda no início do curso de Biblioteconomia, há uns 8 anos atrás 🙈 quando tive essa oportunidade. – Também estava no começo das 3 disciplinas obrigatórias de RD na Unirio (que tive o prazer de aprender com a professora Naira Silveira @naira_c_silveira ), ou seja, ainda não sabia o que estava por vir… Mas as coisas começaram a fazer mais sentido no estágio, onde pude ter contato com a prática usando um software que na época a interface era MARC puro… Rsrs. Claro que os manuais da DBD facilitavam a nossa vida! . – Por isso, amigos que ainda estão cursando biblio, não desistam, há luz no fim do túnel! Tudo que vc aprende na teoria de Catalogação se aplicará e fará mais sentido na prática! . – Depois veio outro estágio… no IBGE, onde trabalhei, advinha com o quê?! Também com Catalogação 😁 . – O gosto pela área foi tanto que acabei sendo bolsista de iniciação científica e monitora de RD. O estudo constante foi se aprofundando para o meu TCC, e hoje, para o Mestrado… . – Essa é a minha história com a área, qual é a sua? . – #tcc #representaçãodescritiva #catalogação

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Eu ainda preciso aprender AACR2 e MARC 21?

Nesta segunda-feira, 27 de abril de 2020, às 15h, realizarei uma apresentação online intitulada “Eu ainda preciso aprender AACR2 e MARC 21?”. A apresentação é uma realização do Grupo de Trabalho em Catalogação da FEBAB, será transmitida pelo e ficará disponível no canal da FEBAB no YouTube.

O objetivo da minha fala é apresentar alguns pontos que considero importante para a discussão e o desenvolvimento das atividades de catalogação no cenário atual, pontos estes que vão além do conhecimento dos instrumentos “tradicionais” como o AACR2 e os Formatos MARC 21, e incluem o acompanhamento dos instrumentos emergentes (RDA, BIBFRAME, etc.) e a incorporação de novos conceitos (LRM, URIs, Linked Data, etc.).


Perguntas & Comentários

Atualização (19/07/2020): Seguem as perguntas recebidas e comentadas ao final da apresentação:

Jacqueline Loyola: “​O RDA não exclui o AACR2?” Pergunta e resposta: 58:06

Amanda Sertori: “AACR sabemos que tem pontos que necessitam se adequar a realidade dos novos formatos de documentos, mas em relação ao Marc 21, quais são esses pontos críticos que você mencionou?” Pergunta e resposta: 59:00

Janaina Fialho: “quais suas perspectivas sobre o uso da RDA no Brasil?” Pergunta e resposta: 1:03:32

Herbenio Bezerra: “​Nos catálogos online várias partes da descrição podem ser consideradas pontos de acesso, correto? Nesse sentido, os conceitos de Ponto de Acesso Principal e Secundário ainda fazem sentido?” Pergunta e resposta: 1:07:37

ssueleem:​ “Numa migração de dados entre sistemas, qual a possibilidade de perdas de dados, ou incompatibilidades?” Pergunta e resposta: 1:12:58

Juliana Taboada​: “Boa tarde! Sinto que há várias discussões em relação ao RDA e modelos conceituais no Brasil (e talvez impulsione os questionamentos para o AACR2). Mas e o BIBFRAME? Há avanços do formato por aqui?” Pergunta e resposta: 1:16:34

Daniela de Oliveira Correia​: “O que você vislumbra como o próximo passo no que podemos chamar de novo degrau na evolução da catalogação no Brasil?” Pergunta e resposta: 1:18:29

Mari Pacheco​: “Já existe algum estudo sobre a utilização do RDA no Brasil?” Pergunta e resposta: 1:21:20

Marcelo Cavaglieri: “Como lidar com a falta de atualização do AACR2 aliado, por ex. a atualização da ABNT 6023, no qual deve ser org. e coord. minúsculos para gerar referência correta. O que sugere no 710?” Pergunta e resposta: 1:24:40

Marcia Andreiko​: “Fabrício você acha que os softwares nacionais estão preparados ou estão se preparando para o RDA? principalmente quanto a catalogação de autoridades?” Pergunta e resposta: 1:28:53

Daniela de Oliveira Correia: “​É nítido que modificações nos softwares são incipientes para continuarmos evoluindo em nossas práticas de catalogação. Gostaria que comentasse e também sobre a postura dos próprios catalogadores.” Pergunta e resposta: 1:34:00

Filipe Reis​: “Quais são os benefícios e prejuízos de um ensino de catalogação não focado/concentrado em código de catalogação?” Pergunta e resposta: 1:37:02


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