Tradução para o português do IFLA LRM

Foi publicada hoje a tradução para o português do IFLA Library Reference Model (IFLA LRM). Originalmente publicado em língua inglesa em 2017, esse documento define “um modelo de referência conceitual para fornecer uma estrutura para a análise de metadados não administrativos relacionados aos recursos das bibliotecas”.

A tradução para o português, com o título IFLA Library Reference Model: um modelo conceitual para a informação bibliográfica, foi realizada por Isabel Cristina Ayres da Silva Maringelli, José Fernando Modesto da Silva, Liliana Giusti Serra, Luiza Wainer, Marcelo Votto Texeira, Raildo de Sousa Machado e Zaira Regina Zafalon, sob a coordenação das professoras Isabel e Zaira. Parabéns pelo trabalho!

Em linhas gerais, podemos dizer que o IFLA LRM é o resultado da combinação e da consolidação dos modelos conceituais da “Família FR” (FRBR, FRAD e FRSAD).

O modelo IFLA LRM visa criar princípios gerais explícitos que governam a estrutura lógica das informações bibliográficas, sem fazer pressuposições sobre como esses dados podem ser armazenados em qualquer sistema ou aplicativo em particular. Como resultado, o modelo não faz distinção entre dados tradicionalmente armazenados em registros bibliográficos ou de coleções e dados tradicionalmente armazenados em registros de autoridade de nome ou assunto. Para os propósitos do modelo, todos esses dados estão incluídos no termo informação bibliográfica e, como tal, estão dentro do escopo do modelo.

(IFLA LRM, 2017, p. 9)

O IFLA LRM traduzido está disponível gratuitamente neste endereço.


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FEBAB lança o Grupo de Trabalho em Catalogação

Nesta semana foi lançado pela FEBAB o Grupo de Trabalho em Catalogação (GT-CAT). O GT fará uma apresentação online de sua estrutura e de seus participantes nesta quinta-feira, 23 de abril, às 16h no Canal da FEBAB no YouTube.


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Guia de estudo (online e gratuito)

Nos últimos anos, tenho elaborado materiais explicativos sobre Catalogação, alguns deles já disponíveis aqui no site, outros restritos aos cursos online que ministrei. Hoje, com uma imensa satisfação, disponibilizo online, gratuitamente, um Guia de estudo com três capítulos contendo parte desse material:

Capítulo 1: Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2)
Capítulo 2: Formato MARC 21 para Dados Bibliográficos
Capítulo 3: Controle de autoridade

Algumas observações importantes:

O objetivo do Guia é introduzir e orientar o leitor nos temas abordados. Não são objetivos do Guia: substituir o AACR2r e a documentação oficial dos Formatos MARC 21; ser um manual de catalogação; ensinar o histórico da Catalogação e de seus instrumentos.

Posso utilizar o conteúdo em minhas aulas, etc.? Sim! O Guia está licenciado com a licença CC-BY, que permite o uso, redistribuição, adaptação, etc.

A última atualização do conteúdo textual foi realizada em 2018. Em abril de 2020 ele foi apenas reformatado e reorganizado.

Os vídeos foram criados em 2015 e 2016 e estavam de acesso restrito desde então. Como liberei o acesso apenas agora, a “data de publicação” aparece como 2020. Para dúvidas e outras informações, atentem-se à descrição e aos comentários de cada vídeo.

No curso online, utilizei uma plataforma específica para os exercícios com os Formatos MARC 21. Nos vídeos, desconsiderem as menções à plataforma e aos próprios exercícios.

Tem alguma sugestão? Discorda de alguma interpretação? Encontrou algum erro? Deixe um comentário!

P.S.: Estou sem tempo para responder dúvidas de catalogação! =)

Declaração dos Princípios Internacionais de Catalogação

Foi disponibilizada no site da IFLA a tradução brasileira da Declaração dos Princípios Internacionais de Catalogação, versão de 2016.

A Declaração dos Princípios original, conhecida comumente como os “Princípios de Paris”, foi aprovada pela Conferência Internacional sobre Princípios de Catalogação, em 1961”. Seu objetivo de servir como base para a normalização internacional da catalogação foi alcançado: a maioria dos códigos de catalogação que se desenvolveram no mundo desde então seguiram estritamente os Princípios ou, ao menos, em grande parte.
[…]
No início do Século XXI, a IFLA produziu uma nova declaração dos princípios (publicada em 2009), aplicável fundamentalmente, mas não unicamente, aos catálogos on-line das bibliotecas. A versão atual foi revisada e atualizada em 2014 e 2015, sendo aprovada em 2016.
[…]
Esta edição de 2016 leva em consideração as novas categorias de usuários, o entorno do acesso aberto, a interoperabilidade e acessibilidade aos dados, as características das ferramentas de descobertas e, em geral, as significativas mudanças no comportamento dos usuários.

Declaração dos Princípios Internacionais de Catalogação (PIC) (2016, p. 4)

A tradução foi realizada por Marcelo Votto Texeira e revisada por Jorge Moisés Kroll do Prado.

A tradução está disponível em: https://www.ifla.org/publications/node/11015

Biblioteca Nacional no VIAF

Biblioteca Nacional no VIAF

A Biblioteca Nacional (do Brasil) (BN) passa a ser uma das participantes do Virtual International Authority File (VIAF). No momento, o envio dos dados da BN está em fase de testes.

A BN será a segunda biblioteca da América do Sul a fazer parte do VIAF, a primeira é a Biblioteca Nacional do Chile. E terceira da América Latina, já que a do México também já participa da iniciativa.

Instituições participantes do VIAF. Dados de 18 de agosto de 2017.

Confira mais sobre o VIAF em: viaf.org.

Fonte: CRB 9. Região.

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