Os desafios do ensino de RDA: relato de experiência de ensino na UFMG

A Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação publicou em seu volume 7, número 2, de 2020, o artigo Os desafios do ensino de RDA em cursos de Biblioteconomia: relato de experiência de ensino na UFMG, de autoria de Cíntia de Azevedo Lourenço, Célia da Consolação Dias, Gercina Ângela de Lima, Benildes M. S. Maculan e Elisangela Cristina Aganette.

A adoção da norma RDA pelas bibliotecas brasileiras é uma realidade que demanda por reflexões e por compartilhamento das experiências. Nesse sentido o ensino da RDA nos cursos de Biblioteconomia é uma prioridade para preparar os futuros profissionais para essa transição e para a sua implementação, mas também se apresenta como um desafio. Nesse trabalho, será relatada a experiência do curso de Biblioteconomia de uma universidade brasileira na oferta de uma disciplina de introdução à RDA, planejada e implementada a partir das propostas presentes no manual para ensino de RDA de Margaret Mering, publicado em língua inglesa. O objetivo é compartilhar a experiência docente, os resultados obtidos e as dificuldades encontradas. Os pontos positivos do manual, as dificuldades de adequação da tradução, as atividades mais interessantes e desafiadoras e a metodologia serão destacadas. As considerações finais destacam as limitações identificadas neste estudo e faz a proposta de reflexões acerca da implementação da RDA. Além disso, será demonstrado também que, para o ensino, a assinatura não será uma obrigatoriedade, o que desonera os cursos de Biblioteconomia desse investimento.

O artigo está disponível em: https://doi.org/10.24208/rebecin.v7i2.203


Receba os novos posts por e-mail

Catalogação descritiva: novas competências profissionais e tendências

Em 06 de agosto de 2020, o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da UNESP promoveu a palestra Catalogação descritiva: ambiente de novas competências profissionais e tendências de pesquisa, ministrada pelo Prof. José Fernando Modesto da Silva (USP). A gravação da palestra está disponível no canal do PPGCI/UNESP no YouTube:


Receba os novos posts por e-mail

Vamos conversar sobre o ensino de Catalogação?

Dia 20 de julho, segunda-feira, teremos duas apresentações online sobre o ensino de catalogação!

Às 15h, o Grupo de Trabalho em Catalogação (GT-CAT) realizará uma apresentação online sobre o ensino de Catalogação no Brasil, contando com a participação do prof. Marcos Hübner, da Universidade Federal de Rondônia (UNIR). O GT-CAT apresentará também os dados do mapeamento do ensino de catalogação no Brasil, realizado pelo Grupo com o apoio do professor. A apresentação será transmitida pelo canal da FEBAB no YouTube.

Às 20h, no Instagram da profa. Keyla de Faria, da Universidade Federal de Goiás (UFG), teremos uma live com sobre os Problemas da educação da Catalogação descritiva, com o prof. Filipe Reis.

Live no Instagram da profa. Keyla de Faria: https://www.instagram.com/prof.keyladefaria/

Atualização (25/07/2020)

Os dados do Mapeamento do ensino de catalogação no Brasil estão disponíveis no Repositório da FEBAB e em formato interativo. O vídeo sobre Problemas da educação da catalogação descritiva está disponível no canal da Profa Keyla de Faria, no YouTube:

Curso online de catalogação com início em fevereiro de 2017

Curso online Catalogação: AACR2, MARC 21 e Controle de autoridade

É com grande alegria que informo que estão reabertas as inscrições para o curso online Catalogação: AACR2, MARC 21 e Controle de autoridade. O curso, com conteúdo revisto e atualizado, iniciará em 1º de fevereiro de 2017.

O curso é totalmente online, tem a duração de 60 horas e conta principalmente com textos, vídeos, slides, fóruns e chats. A partir de 1º de fevereiro o aluno terá acesso a todo o conteúdo do curso e, por 60 dias consecutivos, poderá acessar as aulas e realizar os exercícios conforme sua disponibilidade e seguindo seu próprio ritmo de aprendizagem. Como exemplo do material utilizado no curso, segue um dos vídeos da Unidade 2 (Formato MARC 21 Bibliográfico):

Conteúdo do curso

► Unidade 1: Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2)
1.1 Catalogação, catálogos e registros bibliográficos
1.2 Estrutura do AACR2
1.3 Regras gerais para a descrição
1.4 Descrição de livros
1.5 Descrição de outros tipos de documentos
1.6 Escolha dos pontos de acesso principais e secundários
1.7 Pontos de acesso para pessoas
1.8 Pontos de acesso para entidades coletivas
1.9 Leituras complementares (opcionais)

Exercícios da Unidade 1:
Exercício 1 – Regras gerais para a descrição
Exercício 2 – Descrição de livros
Exercício 3 – Escolha e criação dos pontos de acesso

► Unidade 2: Formato MARC 21 Bibliográfico
2.1 Conceitos iniciais
2.2 Campos e subcampos
2.2.1 Líder e campos de controle
2.2.2 Campos 0XX
2.2.3 Campos 1XX
2.2.4 Campos 2XX
2.2.5 Campos 3XX
2.2.6 Campos 490 e 800-830
2.2.7 Campos 5XX
2.2.8 Campos 6XX
2.2.9 Campos 7XX
2.2.10 Campo 856
2.3 Catalogação de documentos textuais monográficos
2.4 Atividade complementar de memorização (opcional)
2.5 Leituras complementares (opcionais)

Exercícios da Unidade 2:
Exercício 4 – Questões sobre o Formato MARC 21 Bibliográfico
Exercício 5 – Catalogação com o Formato MARC 21 Bibliográfico
Exercício 6 – Correção de registros no Formato MARC 21 Bibliográfico

► Unidade 3: Controle de autoridade
3.1 Introdução ao controle de autoridade
3.2 Procedimentos e instrumentos para o controle de autoridade
3.3 Conceitos iniciais sobre o Formato MARC 21 de Autoridade
3.4 Campos e subcampos para os registros de autoridade
3.5 Criação de registros de autoridade
3.6 Atividade complementar de memorização (opcional)
3.7 Leituras complementares (opcionais)

Exercícios da Unidade 3:
Exercício 7 – Questões sobre controle de autoridade
Exercício 8 – Criação de registros de autoridade para pessoas, entidades coletivas e eventos
Exercício 9 – Criação de registros de autoridade para termos tópicos e nomes geográficos

► Unidade complementar (opcional)
Questões de concurso sobre catalogação

Informações e inscrições

Para mais informações, acesse a página do curso na Content Mind e/ou escreva para content@contentmind.com.br.

Receba os novos posts por e-mail

Recomendações teóricas e práticas para o ensino da catalogação no Brasil

Recomendações teóricas e práticas para o ensino da catalogação no Brasil

A revista Encontros Bibli publicou em seu volume 21, número 46 o artigo Recomendações teóricas e práticas para o ensino da catalogação no Brasil, de autoria de Fabiano Ferreira de Castro, Aline Rodrigues de Souza Sales e Ana Carolina Simionato.

O processo de identificação de elementos descritivos para que diversos tipos de recursos informacionais fossem localizados e acessados, surgiu antes do ensino da mesma. O ensino da Catalogação, nos cursos de bacharelado em Biblioteconomia nas instituições brasileiras é o tema dessa pesquisa. Que teve como objetivo analisar os currículos disponibilizados online pelas universidades que oferecem o curso de Biblioteconomia, com o intuito de verificar o panorama atual da Catalogação, de forma estrutural. Configura-se como objeto de estudo os currículos disponibilizados online dos cursos de Biblioteconomia das universidades públicas e privadas no Brasil. Foi realizada uma pesquisa documental no site do Cadastro da Educação Superior (e-MEC) para fazer o levantamento das universidades que oferecem o curso de Biblioteconomia no âmbito público e privado e nos sites dos cursos de Biblioteconomia dessas universidades, visando observar a grade curricular disponível, com o intuito de identificar as disciplinas relacionadas à Catalogação, bem como analisar a carga horária disponível para o ensino, entre as ementas, o conteúdo programático e a bibliografia básica, sobretudo, com os impactos que a Catalogação tem sofrido nos últimos dez anos, com o uso intensivo das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A partir dos resultados ficou evidente que a disciplina de Catalogação está presente em todos os currículos dos cursos de Biblioteconomia do Brasil, com terminologias distintas em cada instituição, e que a carga horária disponibilizada pelas instituições para o ensino da Catalogação é mínima, geralmente 120 horas. Conclui-se que a formação dos catalogadores nas universidades do Brasil, passa por um momento de mudança em decorrência dos avanços das TIC na Catalogação. Dessa forma, recomenda-se que as escolas de Biblioteconomia reavaliem o ensino da Catalogação, sobremaneira a carga horária disponibilizada ao alcance dos novos conteúdos e sua aplicação nos ambientes informacionais digitais, contemporaneamente, e na prática do bibliotecário no mercado de trabalho.

O artigo completo está disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/42192

Receba os novos posts por e-mail